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Coronel Sturaro defende cúpula da SSP-BA e aponta fatores externos como desafio na segurança em Salvador



Por Redação
Foto: Reprodução / YouTube / Bahia Notícias


Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador, o coronel Humberto Sturaro, atual diretor de Prevenção à Violência da Guarda Civil de Salvador (GCM), comentou o cenário da segurança pública na capital baiana e defendeu a permanência da atual gestão da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).



Durante a conversa na manhã desta segunda-feira (20), o oficial afirmou que, caso tivesse poder de decisão no governo estadual, não promoveria mudanças na condução da pasta. Segundo ele, o foco deve estar na integração entre as esferas municipal e estadual, além de ações estruturais que ultrapassem a atuação policial.



“O prefeito assumiu essa responsabilidade. Ele reconheceu que existe um problema em Salvador e me perguntou como poderíamos ajudar. Ele bancou isso. E eu disse a ele que o caminho era integrar, levar a melhor coisa que nós temos, nossa melhor mão de obra a Secretaria de Segurança Pública. E minha melhor continência ao secretário Marcelo Werner, de quem eu sou fã. E hoje se me perguntarem: eu governador hoje não mudaria nada na gestão de segurança pública. Eu diria ao governador, se for ACM Neto, mantenha Marcelo Werner, mantenha Magalhães. O gestor hoje está tendo policiais feridos, dói muito. Nós policiais não estamos omissos, porque tem um comandante que dá exemplo, eu sou tropa. Isso motiva. Os caras estão indo para cima, porque eu vou mudar isso? O problema não está na polícia, o problema está no que envolve a segurança pública”, disse.



Sturaro também destacou sua experiência de quatro décadas na área e citou regiões específicas de Salvador onde atuou ao longo da carreira. De acordo com ele, a recorrência de problemas em determinados territórios evidencia a necessidade de ações complementares às operações policiais.



“Eu vivi 40 anos de Segurança Pública comandando o Nordeste de Amaralina, o Lobato, eu vivi rua. E as mesmas áreas que a gente opera continua com esse câncer. A polícia está lá operando e quando a polícia sai, quem entra? Tem que ter estrutura para o tráfico sair de lá, o problema não é dos homens que estão aí. Werner é um secretário ímpar”.



CENTRO HISTÓRICO
Ao tratar da atuação no Centro Histórico de Salvador, especialmente na região do Pelourinho, Sturaro destacou a adoção de estratégias baseadas em integração institucional e inclusão social.



“Quando você é oposição mas tem que fazer de uma forma positiva, criticando mas levando sugestões. E eu vim do governo, deixei muitos amigos, minhas portas abertas e aí apostamos nessa integração desde o Pelourinho”, disse.



Segundo ele, ações voltadas à população em situação de vulnerabilidade tiveram impacto na dinâmica local: “Mas o que mais resolveu ali foi abraçar as pessoas, você como gestor do Centro Histórico não pode pegar as pessoas que vivem a margem da sociedade dizendo que vai resolver botando no saco e tirar daqui. Não é assim que se faz. O prefeito entendeu. Deixo um abraço para a Semop, que disse para empregar esse povo. Quantos foram trabalhar com tornozeleira. Muitos querem sair do problema e não tem oportunidade. Foi aí que eu vi essa necessidade de agregar e começamos a agregar”, finalizou.

Leia o texto em voz alta:


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