Por Folhapress

Foto: Reprodução / Redes Sociais
Casada com Caetano Veloso, 83, que conheceu em 1982, a produtora Paula Lavigne, 56, diz que a vida a dois com o marido segue ótima, apesar de não ser mais como há 20 tantos anos.
Em entrevista ao Globo, reforçou que, apesar de ter percebido uma piora na libido com a chegada da menopausa, "ainda temos vida sexual ativa, sim".
"Fiz reposição, botei aquele chip e foi muito bom, mas agora proibiram todos esses chips. Então, passo um gelzinho. A mulher é refém dos hormônios. Quando digo que queria ter nascido homem é porque eu vejo que a vida do homem é melhor", diz ela.
Vaidosa, afirma não ter medo de fazer procedimentos, mas sempre com cuidado. "Porque acho que todo mundo está exagerando. Mais nova, fiz lipo, tinha uma hérnia e uma diástase. Mas, depois, fui tirar o útero e foi um alívio, mas estragou tudo", comenta.
Nesse Dia da Mulher, a produtora reflete sobre os avanços e retrocessos da sociedade. "Muita coisa a celebrar. Mas também temos muito o que aprimorar. Carmen Lúcia é a única mulher no Supremo Tribunal Federal. E eu não vejo perspectivas de outras. Tivemos avanços muito pequenos e retrocessos muito grandes. A questão do feminicídio aumentou barbaramente nos últimos anos. Essa cultura de machismo, de violência e de agressão contra a mulher é um horror."


