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Brasileiros vêem melhoria para os mais pobres



Por Redação
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil


Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas em janeiro de 2026, traz o panorama da percepção dos brasileiros sobre as áreas sociais no governo Lula.



O levantamento, que entrevistou 2080 eleitores em 26 estados e Distrito Federal em 160 municípios entre os dias 25 e 28 de janeiro, aponta que a segurança pública é o setor com a avaliação mais crítica, enquanto a situação dos mais pobres é a área onde se percebe a maior melhoria.



Na pesquisa, a principal queixa dos eleitores foi relacionada a segurança pública, que enfrenta um cenário de desaprovação acentuado.



Para 44,3% dos entrevistados, a segurança no país piorou. Enquanto 32,4% não viram mudanças no setor, e apenas 20,0% percebem avanços na área. Comparativamente a outubro de 2025, houve um ligeiro crescimento na percepção de melhora, que subiu de 17,2% para os atuais 20,0%.






No tópico de Saúde e Economia Familiar, a percepção sobre a saúde pública e a situação financeira pessoal apresenta um equilíbrio maior.



34,3% dos entrevistaram afirmam que a situação permanece igual, enquanto 33,8% dizem que piorou e 28,6% veem melhora.



Já para 37,2% dos eleitores, a vida financeira da família continua igual; 30,1% indicam melhora e 31,1% apontam piora. No comparativo histórico, a percepção de melhora financeira pessoal (30,1%) é a maior registada desde julho de 2024.



Na pesquisa, a área com o melhor desempenho na percepção popular foi o cuidado com a população mais carente.






Para 37,6% dos brasileiros, a vida de quem está em situação vulnerável melhorou no governo Lula. Entre os beneficiários do programa Bolsa Família, a percepção de melhora para os mais pobres sobe para 44,9%.



O Nordeste apresenta o maior otimismo, com 47,5% afirmando que a situação dos mais pobres melhorou.



A Região Sul demonstra maior descontentamento, onde 42,2% dos entrevistados afirmam que a sua situação financeira piorou e 40,2% criticam a saúde pública.



A pesquisa está registada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR-08254/2026. A margem de erro geral é de 2,2 pontos percentuais, com um grau de confiança de 95%.

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